Turismos em Moçambique

De acordo com um relatório do Fórum Económico Mundial, Moçambique está entre os 10 destinos turísticos que deverão registar maior crescimento na demanda de viagens de lazer na próxima década. O relatório dá conta que os países emergentes e em desenvolvimento destacaram-se no Relatório de Competitividade de Turismo e Turismo de 2017, a maioria melhorou significativamente seu desempenho desde 2015, quando o relatório anterior foi publicado.

Entre os pontos fortes de Moçambique estão os recursos naturais e a política aberta de vistos. O relatório acrescenta que o País aumentou significativamente a sua popularidade devido às melhorias nas tecnologias de informação e comunicação, resultantes do aumento do uso de telefones celulares, redução de impostos e taxas no transporte aéreo e atribuição de maior valoraos seus recursos naturais6. Esta é uma oportunidade para o transporte aéreo tomar o seu lugar/posicionar-se como catalisador/facilitador.

Estas previsões podem ser sustentadas com o alcance das projecções feitas pelo MICULTUR no PEDT (2015-2025) que implica um cenário de alto crescimento do turismo, onde espera-se que traga retornos económicos e sociais significativos, com uma previsão de cerca de US$ 2,8 biliões de receitas do turismo externo e o equivalente a US$ 4 biliões de receitas do turismo doméstico e mais de 1,8 milhões de chegadas de turistas estrangeiros e 5,6 milhões de viagens turísticas domésticas; foi ainda previsto mais 83.000 de empregos directos o que perfaz 242.000 empregos totais no turismo. (PEDT 2016-2025).

Foram também identificadas quatro áreas de intervenções catalíticas específicas e avaliada a sua viabilidade, a saber: lançamento da iniciativa internacional de gestão de imagem e de crises, introdução do programa de capacitação do sector público, desenvolvimento de Maputo como um centro cultural e lançamento de uma campanha de promoção do turismo doméstico e definição dos destinos turísticos de eleição nomeadamente Cidade de Maputo, Vilanculos, Quirimbas, Niassa e Ilha de Moçambique. (PEDT 2016-2025).

O acesso aos destinos turísticos nacionais é uma prioridade reconhecida pelos órgãos de tutela como um facto crítico de sucesso para a abertura dos ricos recursos naturais e culturais ao mercado turístico regional e mundial. Recentemente, o Governo aprovou, através do Decreto 82/2018, de 26 de Dezembro, uma nova classificação dos aeroportos nacionais, classificando-os em Aeroportos Internacionais (Maputo, Beira e Nacala), Pontos de Entrada regionais (os aeródromos de Vilankulo, Pemba, Tete e Nampula) e Pontos de Entrada (os Aeródromos de Inhambane, Chimoio, Quelimane, Mocímboa da Praia e Lichinga).

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